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Pra ninguém poder apagar..
Sempre fui do tipo que acordava de hora em hora, perdia o sono, tinha ele conturbado. Aí, passou. E agora essa tortura voltou.. não sei dizer se as coisas voltaram ao normal ou se tudo isso já me é estranho. Também não saberia dizer se é o peso na consciência ou sei lá o que. Peso, aquela sensação de fazer algo errado não é exatamente.. até porque de errado mesmo, eu não to fazendo nada. 

Chegou aquele momento (não sei se cedo ou tarde) em que às vezes, eu tenho vontade de me deitar na cama e fazer dela um casúlo, me afastar do mundo e ficar ali, encolhidinha no meu mundo. Isso sempre acontece quando eu começo a me envolver com alguém. Não sei dizer se é medo, auto proteção, vai saber. 

Só porque uma abelha te machucou uma vez, a gente acha que coisas maiores que se aproximam farão o mesmo. mas nem sempre o maior é o mais perigoso, vide o beija flor. Te entrega, pequena, deixa as coisas fluirem, não vai contra a maré.. preciso perder essa mania de achar que quando as coisas estão bem demais, é porque aí tem. É claro que tem. 

Tem felicidade, tem amor. Afinal, do que mais a gente precisa?

(Mel M.)

Sempre fui do tipo que acordava de hora em hora, perdia o sono, tinha ele conturbado. Aí, passou. E agora essa tortura voltou.. não sei dizer se as coisas voltaram ao normal ou se tudo isso já me é estranho. Também não saberia dizer se é o peso na consciência ou sei lá o que. Peso, aquela sensação de fazer algo errado não é exatamente.. até porque de errado mesmo, eu não to fazendo nada.

Chegou aquele momento (não sei se cedo ou tarde) em que às vezes, eu tenho vontade de me deitar na cama e fazer dela um casúlo, me afastar do mundo e ficar ali, encolhidinha no meu mundo. Isso sempre acontece quando eu começo a me envolver com alguém. Não sei dizer se é medo, auto proteção, vai saber.

Só porque uma abelha te machucou uma vez, a gente acha que coisas maiores que se aproximam farão o mesmo. mas nem sempre o maior é o mais perigoso, vide o beija flor. Te entrega, pequena, deixa as coisas fluirem, não vai contra a maré.. preciso perder essa mania de achar que quando as coisas estão bem demais, é porque aí tem. É claro que tem.

Tem felicidade, tem amor. Afinal, do que mais a gente precisa?

(Mel M.)

Noite de um feriado, só nós dois. O mundo se resume a isso e, para mim, basta. 

Filmes, abraços, cobertas, pizza. E sabe o que é ainda melhor? Passar uma noite inteira dormindo de mal jeito numa cama pequena por cima do teu braço, com a tua boca no meu ouvido, e meu rosto no teu pescoço. Sentir teu cheiro misturado com o meu. O teu sorriso ser a última e a primeira coisa que eu vejo no meu dia. Te ver dormir. Acordar ao teu lado, comer pizza gelada, passar o dia inteiro de pijama, jogados no sofá da sala, como se não houvesse amanhã. 

Como se todo dia fosse domingo e todo sorriso fosse você. E não é? 

(Mel M.)

Noite de um feriado, só nós dois. O mundo se resume a isso e, para mim, basta.

Filmes, abraços, cobertas, pizza. E sabe o que é ainda melhor? Passar uma noite inteira dormindo de mal jeito numa cama pequena por cima do teu braço, com a tua boca no meu ouvido, e meu rosto no teu pescoço. Sentir teu cheiro misturado com o meu. O teu sorriso ser a última e a primeira coisa que eu vejo no meu dia. Te ver dormir. Acordar ao teu lado, comer pizza gelada, passar o dia inteiro de pijama, jogados no sofá da sala, como se não houvesse amanhã.

Como se todo dia fosse domingo e todo sorriso fosse você. E não é?

(Mel M.)

Eu jamais imaginei que conseguiria mudar tanto em um ano. Hoje, me permito coisas que antigamente eu jamais faria. Atravessar os próprios caminhos, trilhar alguns novos, rever os passos. Mas muitas dessas coisas acabam me levando ao mesmo destino. E mesmo que todos os fatos evidenciem o mesmo resultado, permita-se mudar. Não se conforme com aquilo que tá ali na tua frente se não é o que te faz feliz. Arrisca mais, vive mais. Se conformar apenas com o “necessário” é afirmar a falta de fé em si mesmo. E, sinceramente, de gente mais ou menos o mundo tá cheio. Seja a diferença.

(Mel M.)

Eu jamais imaginei que conseguiria mudar tanto em um ano. Hoje, me permito coisas que antigamente eu jamais faria. Atravessar os próprios caminhos, trilhar alguns novos, rever os passos. Mas muitas dessas coisas acabam me levando ao mesmo destino. E mesmo que todos os fatos evidenciem o mesmo resultado, permita-se mudar. Não se conforme com aquilo que tá ali na tua frente se não é o que te faz feliz. Arrisca mais, vive mais. Se conformar apenas com o “necessário” é afirmar a falta de fé em si mesmo. E, sinceramente, de gente mais ou menos o mundo tá cheio. Seja a diferença.

(Mel M.)

Saudade é uma coisa que DÓI, né? E não é aquela dor boa, é aquela dor que te puxa pra baixo como se teu corpo todo estivesse virado em uma âncora.. 

como se só de lembrar do motivo da saudade - ou da pessoa saudada - queimasse mil neurônios na cabeça, teus olhos ardem, tu sente uma ânsia, aquela secura na boca, a garganta se fecha e nada mais consegue passar por ali; teu coração dispara, teu peito dói como se o mundo todo estivesse ali esmagado e sendo bombeado para todas as tuas veias, por todo o teu corpo.. 

tudo pesa, tudo sente. É querer gritar e não sair a voz, querer abraçar alguém e não poder, é saber - com a maior certeza - de que algumas coisas não vão voltar. 

É perder a fome - bendita garganta fechada -, perder o sono sem saber o porquê, ficar com aquela idéia fixa no teu pensamento e não adianta ouvir música, ver filmes, sair, beber, iludir-se com outros corpos.. 

nada tira essa maldita sensação, esse maldito vazio daqui. Mas a saudade é passageira.. dura só o tempo que tem que durar. 

Depois que ela vira nostalgia, ela vira a doce saudade, sabe. 

Nostalgia é saudade de um passado que não tem como voltar, afinal, é passado. Saudade é algo que pode ser matada. 

Nostalgia, não.. e quando vira nostalgia, fica tudo mais leve. 

(Mel M.)

Saudade é uma coisa que DÓI, né? E não é aquela dor boa, é aquela dor que te puxa pra baixo como se teu corpo todo estivesse virado em uma âncora..

como se só de lembrar do motivo da saudade - ou da pessoa saudada - queimasse mil neurônios na cabeça, teus olhos ardem, tu sente uma ânsia, aquela secura na boca, a garganta se fecha e nada mais consegue passar por ali; teu coração dispara, teu peito dói como se o mundo todo estivesse ali esmagado e sendo bombeado para todas as tuas veias, por todo o teu corpo..

tudo pesa, tudo sente. É querer gritar e não sair a voz, querer abraçar alguém e não poder, é saber - com a maior certeza - de que algumas coisas não vão voltar.

É perder a fome - bendita garganta fechada -, perder o sono sem saber o porquê, ficar com aquela idéia fixa no teu pensamento e não adianta ouvir música, ver filmes, sair, beber, iludir-se com outros corpos..

nada tira essa maldita sensação, esse maldito vazio daqui. Mas a saudade é passageira.. dura só o tempo que tem que durar.

Depois que ela vira nostalgia, ela vira a doce saudade, sabe.

Nostalgia é saudade de um passado que não tem como voltar, afinal, é passado. Saudade é algo que pode ser matada.

Nostalgia, não.. e quando vira nostalgia, fica tudo mais leve.

(Mel M.)

Apesar de não parecer, dentro de mim, se passam mais de mil pensamentos, sensações, desejos e sentimentos por segundo. Muitas vezes parece que o que eu quero não é suficiente, que as pessoas já não tem mais respeito para com a vontade alheia. Eu quero sonhar, agir e ir atrás de tudo aquilo que eu acredito que é bom para mim. Eu quero fazer o meu mundo girar, eu quero escrever o meu próprio destino.

Mas as vezes, a sensação de estar presa dentro de uma bolha parece não acabar nunca. Me sinto como uma marionete, apenas aqui para fazer o que os outros querem que eu faça e que se danem as minhas vontades. Mas eu SINTO, e sinto MUITO.

E quero gritar pro mundo todas essas coisas. Eu não sei ser indiferente, agir como “tanto faz”. Eu sou explícita demais, quando eu quero, EU QUERO. E eu gostaria que as pessoas respeitassem isso, os meus desejos, tudo o que me corrói por dentro e também tudo o que me mantém viva.

As coisas estão da forma que estão porque é pra ser assim. O mundo gira e bota tudo no lugar, aos poucos.

(Mel M.)

Sabe que às vezes me passa pela cabeça, me aperta o peito e eu sinto um medo absurdo de passar por tudo isso mais uma vez contigo. A sensação de te ter em minhas mãos e menosprezar, e não te querer e não te levar a sério, de dar risada e não querer nada. Daí de repente tu me dá as costas. Tu pára de falar comigo. Meu celular toca e não é a tua foto que aparece ali. E se eu sentir a tua falta (de novo) ? E se eu me apegar mais uma vez? Eu sofri muito tempo por ti. E eu realmente achei que eu tivesse te superado. Mas muitas, muitas mesmo - inúmeras  - vezes meu coração ficou apertado na tua presença, e aquele “e se” passava pela minha cabeça. E se eu tivesse me entregado, e se, desde a primeira vez que nós nos falamos eu tivesse aceitado.. faz tanto tempo. E depois de todo esse tempo tu tá aqui, de novo, me ligando, me procurando. E eu fico aqui, rindo da tua cara, me surpreendendo a cada vez que tu me chama, me procura e eu penso “será que ele não vai desistir nunca?” .. chega a ser cruel, eu reconheço. Ficar te negando só para ver se tu realmente tá disposto a me ter - e se tu merece isso -. Mas o medo que eu tenho, a lembrança de todo o sofrimento que eu passei por ti, de tudo o que aconteceu depois daquela noite em que eu te tive, ainda me perturbam e me travam.. me fazendo ficar aqui, quietinha.

(Mel Matheos)

Sabe que às vezes me passa pela cabeça, me aperta o peito e eu sinto um medo absurdo de passar por tudo isso mais uma vez contigo. A sensação de te ter em minhas mãos e menosprezar, e não te querer e não te levar a sério, de dar risada e não querer nada. Daí de repente tu me dá as costas. Tu pára de falar comigo. Meu celular toca e não é a tua foto que aparece ali. E se eu sentir a tua falta (de novo) ? E se eu me apegar mais uma vez? Eu sofri muito tempo por ti. E eu realmente achei que eu tivesse te superado. Mas muitas, muitas mesmo - inúmeras - vezes meu coração ficou apertado na tua presença, e aquele “e se” passava pela minha cabeça. E se eu tivesse me entregado, e se, desde a primeira vez que nós nos falamos eu tivesse aceitado.. faz tanto tempo. E depois de todo esse tempo tu tá aqui, de novo, me ligando, me procurando. E eu fico aqui, rindo da tua cara, me surpreendendo a cada vez que tu me chama, me procura e eu penso “será que ele não vai desistir nunca?” .. chega a ser cruel, eu reconheço. Ficar te negando só para ver se tu realmente tá disposto a me ter - e se tu merece isso -. Mas o medo que eu tenho, a lembrança de todo o sofrimento que eu passei por ti, de tudo o que aconteceu depois daquela noite em que eu te tive, ainda me perturbam e me travam.. me fazendo ficar aqui, quietinha.

(Mel Matheos)

“Comentei tua semelhança com um outro alguém e teu jeito espevitado e feliz, pelo menos tu se encontrava assim aquele dia. O sorriso gostoso, aquele ar cheio de vida. Depois tu sumiu e ficou aqui comigo, na minha cachola. Daí eu não sosseguei até te encontrar nessas interwebs da vida. 

Mas tu tá aí, contigo, de bem consigo mesmo. Não tá satisfeita, mas também não tá insatisfeita. Tu tá meio termo, meia boca. Meio amor, meio paixão, meio nada.. só tá tranquila. Tem algo puro, sincero e intocado ainda em ti. Acho que isso que ainda te faz menininha e é tão cativante aos meus olhos. Com o tempo a gente amarga, sabe.”

Trechos de uma conversa com uma pessoa que me viu duas vezes na vida, mas me conhece melhor do que gente que me conhece há anos.

“Comentei tua semelhança com um outro alguém e teu jeito espevitado e feliz, pelo menos tu se encontrava assim aquele dia. O sorriso gostoso, aquele ar cheio de vida. Depois tu sumiu e ficou aqui comigo, na minha cachola. Daí eu não sosseguei até te encontrar nessas interwebs da vida.

Mas tu tá aí, contigo, de bem consigo mesmo. Não tá satisfeita, mas também não tá insatisfeita. Tu tá meio termo, meia boca. Meio amor, meio paixão, meio nada.. só tá tranquila. Tem algo puro, sincero e intocado ainda em ti. Acho que isso que ainda te faz menininha e é tão cativante aos meus olhos. Com o tempo a gente amarga, sabe.”

Trechos de uma conversa com uma pessoa que me viu duas vezes na vida, mas me conhece melhor do que gente que me conhece há anos.

All we need!

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